domingo, 22 de março de 2009

http://www.catho.com.br/estilorh/index.phtml?secao=204

Treinamento e flexibilização devem estar na mira de qualquer organização

Carolina Stilhano

Faz parte da gestão de todas as empresas planejar e promover o melhor desenvolvimento de seus funcionários. Isso pode ocorrer por meio de cursos, treinamentos, palestras ou do próprio trabalho diário, que deve dar a possibilidade de crescimento, tanto profissional quanto pessoal.

Educar continuamente seus funcionários é uma das principais políticas promovidas pela Cyrela, empresa do setor de construção. E não só educar para o trabalho, mas também dar chance de estudo para funcionários que necessitem estudar. Quem fala sobre essa política e outras desenvolvidas na empresa é o gerente de Recursos Humanos da Cyrela, Celso Alves.

Educação também é foco de outra de nossas matérias. Dessa vez, exploramos os treinamentos que procuram extrair e desenvolver as melhores características e aptidões dos executivos. Há opções para todos os gostos – e interessados para vivenciar isso, também! Dos treinamentos mais rígidos aos que integram o executivo ao meio ambiente.

Para completar, há outras duas matérias que podem ser muito úteis para os dias atuais. Se você ainda não descobriu como as feiras e eventos podem contribuir para seus negócios, não perca nossa reportagem repleta de dicas. Aproveite também para esclarecer suas dúvidas sobre a possibilidade de flexibilizar, ou não, os contratos dos trabalhos com seus funcionários.

sábado, 26 de abril de 2008

Estratégias para crescimento profissional
(http://cio.uol.com.br/carreira/2008/04/24/estrategias-para-crescimento-profissional)
Marina Pita
Publicada em 24 de abril de 2008 às 16h16

Desmotivado por conta da falta de perspectiva profissional em sua empresa? Veja o que é possível fazer para mudar esse cenário

Sempre há espaço para galgar um posto mais alto nas empresas, mas é preciso seguir algumas regras fundamentais. Se elas não surtirem efeito na companhia atual, certamente uma porta se abrirá em outro lugar. Essa, pelo menos, é a opinião de Flora Victoria, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coaching (SBC).

“Se uma pessoa quer um lugar ao sol, ela precisa entender o que a diretoria espera. E, na maioria dos casos, a resposta para essa pergunta é um bom resultado financeiro,” lembra Victoria. “E sua postura precisa estar adaptada a isso.”

Para traçar uma estratégia de crescimento profissional, a coach de carreira ensina que o primeiro passo é agir de forma consciente. “Você tem de saber que está em um momento de busca de novas oportunidades e isso requer um esforço a mais. A maioria das pessoas produz apenas 60% de sua capacidade. Você precisa produzir 120%, ou seja, sempre mais do que estão esperando”, aponta ela.

“Mas faça isso, sempre, sem descuidar-se de manter certo equilíbrio entre a vida profissional e pessoal,” recomenda Victoria. “Pessoas frustradas na vida pessoal têm muita dificuldade de motivação no trabalho,” explica.

Além disso, é essencial o desenvolvimento consciente de algumas competências. Em primeiro lugar, esse é o momento para que a proatividade passe a fazer parte do seu dia-a-dia. Desafie-se. Encontre motivação inovando no seu trabalho diário. Pense em coisas novas e interessantes, destaca Victoria.

Mas a coach faz uma ressalva importante para que os profissionais não desanimem: “Obviamente quem se move mais e ousa mais, fatalmente se expõe mais e erra mais também.” Por isso, antes de sair por aí tomando decisões, propondo mudanças ou mesmo disparando e-mails, lembre-se: “assuma erros calculados, ou seja, tenha o cuidado de antever os cenários e avaliar os riscos,” aconselha ela.

Erros, porém, vão acontecer. E, nesse momento, a dica é sempre tentar “ressignificá-los”, reforçando o lado positivo. “Não se deixe abalar demais ou por muito tempo. Do contrário, perderá a vontade e energia para seguir em busca de sua meta,” diz a vice-presidente.

Outro ponto importante no momento de planejamento, de acordo com a coach, é lembrar que para além das competências técnicas de cada área, muitas vezes o diferencial de um profissional está na “habilidade de entender um pouco mais sobre as pessoas”. Uma das formas rápidas de desenvolver esta capacidade seria praticar a empatia. “Tentar entender porque uma pessoa agiu daquela forma e que tipo de educação, por exemplo, ela recebeu,” explica Victoria.

Segundo ela, esse tipo de esforço mental ativa os chamados neurônios espelho, muito ativos durante a infância, responsáveis pelo aprendizado por meio da observação. “O adulto, porém, perde a capacidade de observar de forma curiosa com o objetivo de aprender e desenvolve a observação para criticar, o que é um erro.” Com isso, torna-se mais fácil conseguir o que se deseja das pessoas, antever cenários e evitar cometer sempre os mesmos os erros, já que “a observação com o intuito de aprender gera a mesma conexão neural que a experiência pessoal,” destaca ela.

Por último, lembra Victoria, não se esqueça que nada melhor nesse momento de esforço concentrado do que alguém mais experiente para apoiá-lo e direcioná-lo durante a jornada. “Se a empresa não tem essa cultura, é bom que o próprio profissional busque seu mentor e lhe peça claramente aconselhamento.” Um erro bastante comum quando um profissional busca um mentor é achar que não precisa oferecer nada em troca. “Sempre existe a necessidade de retribuir”.

Segundo a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Coach, se depois de esse esforço concentrado você não conseguir um posto melhor na empresa em que trabalha, aguarde. Provavelmente seu telefone vai tocar e será alguém oferecendo um cargo mais alto ou mais interessante.
Emoções equilibradas

por Ricardo Melo



Podemos observar de Jesus a Carl G. Jung; de Buda a Victor Frankl; ou mesmo de Krishna a Freud. Todos eles apresentam informações que mostram a capacidade humana de se realizar na experiência do dia a dia, basta que observemos alguns princípios. Guardadas as devidas proporções de profundidade e épocas em que líderes espirituais e grandes cientistas comportamentais viveram, temos muito a aprender com a linguagem de todos.

Uma das principais questões apresentadas é o desafio de qualquer pessoa de manter-se animada e motivada durante sua caminhada. Seria possível mantermos um grande entusiasmo pela existência, apesar das dificuldades que enfrentamos? Possível parece ser, mas para isso precisamos aprender a alinhar emoção e razão em uma harmonia interior, e sabemos que isso não é fácil. Todas as pessoas que citei acima falam de alguma forma sobre ouvirmos o coração e sermos prudentes sem que um se sobressaia ao outro. Por vezes corremos o risco de sermos irresponsáveis e inconseqüentes, quando apenas damos vazão a nossos desejos. Mas de forma inversa, corremos, também, o risco de sermos frios e indiferentes à realidade da vida ao dar valor exagerada a nosso intelecto.

Um fato comum, no entanto, que muito nos anima é a idéia que mesmo em meio aos conflitos cotidianos ainda assim é possível ouvir uma espécie de linguagem interna, numa sinalização bem característica: a linguagem da energia do que nos traz motivação. Essa capacidade de seguir os ideais, que nos motivam e nos estimulam à vida, é algo que atende tanto à razão como à emoção. Sabemos que não é simples achar essa energia, mas se observamos atentamente ao nosso redor perceberemos alguns sinais. Por vezes ela pode vir da possibilidade de ter um casamento ou um filho. Talvez venha com algum bom projeto profissional ou, quem sabe, até em um projeto espiritual. Não importa o que seja, desde que nos traga força e alegria de viver e nos transforme em um ser humano melhor.

Seja na oração ou no planejamento estratégico; na meditação ou nos cursos de especialização; pela intuição ou pelo conselho de pessoas mais experientes. Qualquer que seja o caminho que lhe conduza a essa energia, é fundamental estar aberto e receptivo. Atentar para o que nos traz essa energia maravilhosa, que nos estimula, é essencial para nosso equilíbrio. Siga em frente e aproveite o dia para pensar sobre qual é o caminho que pode lhe conduzir a essa energia mobilizadora. E não se assuste caso perceba que este caminho pode estar mais perto que você pensa.

Ricardo Melo é escritor, especialista em Coaching de executivos e de atletas profissionais, trainer em Programação Neurolinguística e diretor do Instituto Ricardo Melo, com reconhecimento internacional da ONU. www.institutoricardomelo.com.br

domingo, 6 de abril de 2008

Sinergia: esforço em equipe
por Francisco Higa

Em fisiologia, sinergia é definida como o ato simultâneo de diversos órgãos ou músculos para o mesmo fim. Já nas relações humanas e empresariais, é o cooperativismo, a união harmoniosa de todos para o alcance de um benefício ou um propósito comum.

Quanto maior a sinergia no desenvolvimento de um projeto maior será a possibilidade de êxito. O somatória dos esforços e as competências individuais associada as diferentes visões das questões em pauta, favorece a criação de um ambiente de inovação e, por conseqüência, um resultado superior.

A competitividade do mundo atual gerou a necessidade de resultados no curto prazo e a busca de constantes inovações, e a sinergia passou a ser uma característica bastante valorizada pelas organizações.

Visto que cada um é detentor de habilidades únicas, o atributo possibilita visões diferentes da mesma atividade e quando essas são reunidas, a probabilidade de sucesso do empreendimento será maior, pois passou pela análise de diversas óticas.

É como em um time de futebol. Se não existir cooperativismo e esforço entre todos que estão jogando, as vitórias, certamente, não serão alcançadas. Há o meio de campo, que arma as jogadas; o atacante, que sai para o ataque; a zaga, formada pelos jogadores que ficam na posição de defesa e o capitão, que comanda o time dentro de campo. Cada um conhece a sua posição e o que se espera dela. Isso ajuda o time a fazer gols e vencer a partida ou campeonato.

Como no time existe a figura do capitão, na equipe de trabalho também existe um líder ou gestor cuja função é promover a sinergia entre seus integrantes. Sai de campo o chefe e entra em cena o facilitador, preocupado em ouvir e entender o que as pessoas envolvidas têm a dizer, gerar confiabilidade e um relacionamento agradável entre o grupo.

A sinergia entre os membros de uma equipe na realização de um projeto, além de reduzir esforços e custos, favorece a eliminação de potenciais barreiras “comportamentais” na busca pelos resultados. Cria-se o senso de propriedade em cada um dos envolvidos e, no final do projeto bem-sucedido, todos ficarão orgulhosos e sentirão como se fossem os pais da criança.

Dicas:
» Mantenha claroos para a equipe quais são os objetivos da empresa com o projeto. Isso garante o alinhamento das aspirações individuais na direção do resultado a alcançar.

» Reconheça o talento, respeite as características individuais e valorize o resultado coletivo.

» Desenvolva o hábito de ouvir e observar os acontecimentos ao seu redor. Exercer a liderança não significa falar muito, mas entender melhor cada situação.

» Administre os conflitos de opiniões existentes e saiba extrair a riqueza da diversidade de idéias.
1) Vendas – Dicas de um supervendedor

» Pense sem os braços – Essa é uma maneira de dizer “não se apegue ao
meio”. Pense sempre em formas novas de fazer uma mesma coisa. Seja
flexível e resiliente.

» Use o “mantra” – Quer desarmar uma pessoa para vender? Utilize o
nome do cliente o tempo todo. Você perceberá que não há nada mais rápido
e eficaz para criar um vínculo ou derrubar barreiras.

» Encare a venda como uma troca – Participe da venda e trabalhe em
conjunto com o cliente sem abandoná-lo. Essa parceria servirá para que ele
veja que não está sozinho ao tentar resolver o problema dele.

» Entreviste o cliente – As pessoas que apenas perguntam são tidas
como chatas. Você deve coletar as informações que precisa através de
perguntas, mas com uma conversa amigável, sem interrogar.

» Tenha uma escuta sensível – Tente captar nas entrelinhas o que o
cliente fala, porque é aí que se escondem seus desejos e vaidades, ou
seja, é nesse momento que você vai descobrir quais as reais necessidades
dele.

» Capriche na descrição – Seja 100% transparente nos esclarecimentos
sobre o produto ou serviço, seus benefícios e vantagens, tendo a certeza
de que foi compreendido. Afinal, quantas vezes você ofereceu e insistiu até
ficar chateado com seu interlocutor por não querer comprar seu produto?
Para que isso não aconteça mais, capriche na descrição.

» Peça o pedido – Deixe claro que você está presente para ajudar, mas
lembre-se de que a sua empresa também possui metas de desempenho,
portanto deve vender. Seja solícito, mas sem perder o foco.

Dominic de Souza é consultor especialista em Vendas e desenvolveu a
metodologia WinnersMAP.
Visite o site: www.winnersmap.com.br
“A primeira responsabilidade de um líder é definir a realidade. A última é
dizer obrigado. No meio, o líder é um servo”.
Ritmo em vendas
por Fabiano Brum

Para sempre vendermos, precisamos ter para quem vender. Este é o objetivo da prospecção: alavancar novos clientes em potencial (prospects) – seja para aumentar a carteira de clientes ou para substituir aqueles que, por algum motivo, deixaram ou irão deixar de comprar.

Algumas regras básicas da prospecção:

1. Tenha um objetivo – Saiba o que pretende com a visita ou telefonema de prospecção. Não vá até um possível cliente sem saber o que quer dele.

2. Você não é único – Outros vendedores também visitarão esse prospect, portanto capriche, seja diferente e autêntico, prepare previamente materiais (fôlderes e catálogos), antecipe as perguntas que fará ao cliente e também se prepare para recebê-las.

3. Tenha um script – Crie abordagens eficazes. Se você recebeu uma oportunidade, aproveite-a para causar uma primeira boa impressão – faça uma abordagem de qualidade.

4. Postura de vencedor – Pessoas gostam de comprar de pessoas de sucesso. Se quer ter sucesso aja como uma pessoa de sucesso.

5. Entre em ação – Vá em busca do seu prospect, não espere que seu concorrente faça isso antes. Somente no dicionário sucesso vem antes do trabalho. Lembre-se da música Nos Bailes da Vida de Milton Nascimento – todo artista tem de ir onde o povo está!
Administração do tempo se aprende na escola
por Tom Coelho

A primeira vez que refleti sobre administração do tempo foi durante as chamadas “festas juninas”. A escola organizou, como de costume, uma cerimônia daquelas, com direito a barracas, jogos, comes e bebes.

A comemoração, originária da tradição pagã de celebrar o solstício de verão, deve ter chegado às escolas com intuito de confraternização. Depois, descobriram que o evento poderia funcionar também como um grande reforço no caixa. Alunos criam toda a decoração, pais oferecem as prendas e ambos trabalham na organização, enquanto convidados compram convites e pagam pelos dotes.

O ponto alto de uma quermesse atende pelo nome de quadrilha – bons tempos em que isso representava alegria e pureza. Creio que logo virá de Brasília uma medida provisória exigindo exclusividade no uso do termo!

O fato é que por trás da dança folclórica há toda uma simbologia. A evolução ritmada praticada pelos casais. As coreografias desfiladas com entusiasmo. O cavalheirismo dos jovens a servir as damas, tirando o chapéu e conduzindo-as com altivez. O respeito ao mestre “marcador” que dita as figurações enquanto todos as seguem. A indumentária campesina a refletir o caráter popular do ensejo e a harmonia dos participantes em torno do casamento encenado.

Na semana que antecedeu ao arraial, a escola comunicou aos pais o horário dos festejos. Os pequeninos da primeira série do fundamental iniciariam a dança, seguidos pelos colegas dos anos posteriores.

Como bom pai coruja, levantei cedo, pois era grande a distância a ser vencida entre minha casa e a escola. E na hora prevista, lá estava eu a postos, sentado na arquibancada, máquina fotográfica em mão, aguardando para registrar o desempenho dos meus filhos.

Foram duas intermináveis horas de atraso, em uma manhã fria de sábado, enquanto crianças perdiam o ânimo e os pais a paciência. Então, notei com tristeza que aquela não era uma ocorrência pontual, mas um comportamento repetitivo. Uma situação que se reprisa a cada aula com um ou dois minutos a mais em um dia, três ou quatro minutos a menos em outro, a cada prazo estendido para a entrega de um trabalho e a cada reunião de pais e mestres que carece de pontualidade.

Diante dessa indisciplina, desse desrespeito ao uso do próprio tempo, bem como o alheio, nossos jovens são orientados. É por isso que vemos vestibulandos desclassificados em concursos por chegarem ao local da prova com portões fechado, encontramos advogados que perdem prazos para defesa ou contestação, vendedores atrasados para importantes reuniões pré-agendadas e filas de espera em clínicas médicas para consultas com hora marcada.

Educar não se resume a prover alunos apenas de competências técnicas, aquelas vinculadas à inteligência intelectual, embora seja isso que façamos convencionalmente e nunca por inteiro. Educar passa também pelo desenvolvimento de competências comportamentais, que estão atreladas à Inteligência Emocional, o que envolve relacionamentos e interação com o ambiente.

Educar ainda demanda instruir os jovens na prática de competências valorativas, tendo o respeito e a integridade como primordiais, em uma lição que se ensina de uma única maneira – através do exemplo.
http://www.vendamais.com.br/Lideranca/php/verMateria.php?cod=43397
Atitude – O que ela pode fazer por você
por Prof. Menegatti

O que normalmente separa os melhores do restante? Você já pensou nisso? O que diferencia um medalhista de ouro de um de prata nas Olimpíadas? O que separa o empresário de sucesso daquele que não tem sucesso? O que possibilita uma pessoa vencer na vida depois de um acidente que a deixou incapacitada enquanto outra desiste? É a atitude.

Considerando que algumas pessoas como Mozart, Einstein ou Lance Armstrong, cujos dons são considerados tão extraordinários a ponto de realizarem coisas que só conseguimos sonhar, as demais apresentam uma característica fundamental – a atitude.

O que separa uma medalha de ouro de uma de prata são centésimos de segundo. Jogadores de golfe vencem torneios com uma única tacada. Por que isso acontece?

A vantagem do vencedor não está em nascer num berço de ouro, ter um Q.I. elevado ou ser talentoso. Está na sua atitude, na sua aptidão. Atitude é uma das chaves para o sucesso e não se compra, se desenvolve. Por isso, ela pode ser uma qualidade ou uma deficiência.

Prof. Menegatti é palestrante em vendas, liderança, mudança e visão. Administrador de empresas, pós-graduado em Produtividade e Qualidade Total, com MBA em Gestão Empresarial.
E-mail: menegatti@menegatti.srv.br
Mantenha-se aberto ao novo
por Fernando Oliveira
http://www.vendamais.com.br/Motivacao/php/verMateria.php?cod=43426


Hoje em dia, uma das grandes preocupações que os governos em várias partes do mundo estão enfrentando é o aumento da longevidade das pessoas. O que antes era apenas um privilégio dos povos orientais, agora chegou definitivamente ao ocidente. A baixa taxa de natalidade e o desejo de viver por mais tempo e melhor têm criado novos mercados. Nunca se viu tantas academias, clínicas de estética e produtos que prometem às pessoas que fiquem jovens por mais tempo. A cada dia cresce a quantidade de empresas preocupadas em oferecer produtos e serviços que fazem com que as pessoas vivam mais.

No entanto, ainda vemos um grande abismo entre a vontade de viver mais e as condições para se alcançar esse objetivo com saúde e disposição para aproveitar a vida como ela merece ser vivida. Aqueles que têm mais condições procuram utilizar seus recursos para se manter jovem a todo custo. “Ser jovem” passou a ser uma obsessão para muitos e uma obrigação para outros. A área mais afetada é a profissional. Hoje, uma pessoa de 45 anos é considerada “velha” para o mercado de trabalho. Aqueles que perdem o emprego nesse período da vida têm grandes dificuldades para voltar rapidamente ao mercado de trabalho.

Muitas empresas têm optado por contratar pessoas cada vez mais jovens, para reduzir custos e também para colocar “sangue novo” no lugar dos veteranos, que já estão perdendo o fôlego. Esse fato tem preocupado a vida de muitos profissionais considerados de meia-idade, que sentem a pressão por essa nova geração ávida por informação, conhecedora de novas tecnologias e que se atualiza constantemente.

Para manter-se jovem não basta apenas investir na aparência externa, é preciso estar constantemente aberto ao novo. Esteja aberto às novidades, invista em aprendizado, navegue na internet, exercite a criatividade, leia novos livros, aprenda uma nova língua, faça algo diferente todos os dias, corra riscos, tenha um sonho e não fique parado. A idade pode avançar, mas você pode se manter sempre jovem se quiser, é só não deixar seu espírito envelhecer.
GRC: a onda que irá movimentar as empresas

por Alberto Bastos*

Responsável por uma movimentação de US$ 30 bilhões em 2007, nova filosofia alia práticas de Governança, Riscos e Compliance

Empresas de todo o mundo investiram US$ 30 bilhões em GRC ¯ união das iniciais de Governança, Risco e Compliance ¯ durante 2007, um aumento de cerca de 8,5% em relação ao ano anterior. Essa sigla, novidade para alguns, já faz parte do vocabulário de Chief Security Officers (CSOs) e outros profissionais da área de segurança da informação. Trata-se de um modelo de novas práticas que vai alterar significativamente a estrutura de funcionamento das corporações.
O GRC promete redesenhar também o perfil do departamento de segurança da informação, que passará a ter atribuições ainda mais importantes. Se, no passado, cada setor era quase independente, com suas respectivas atribuições, hoje a palavra-chave é integração. E caberá aos CSOs conduzir essa empreitada.
Essa é, sem dúvida, uma mudança positiva. Como precisa se antecipar aos mais diversos riscos e, dessa forma, garantir a continuidade dos negócios, o profissional de segurança da informação deve ter uma visão mais ampla da corporação, não ficando restrito apenas à área de TI. Em uma cultura integrada, as principais vantagens são eficiência e transparência para os processos da empresa, sejam eles quais forem. E, por meio de uma infra-estrutura de tecnologia comum, é possível obter mais colaboração entre áreas como auditoria, financeira, gestão de riscos, jurídica, TI e negócios.
O primeiro desafio dos profissionais hoje é perceber os benefícios dessa mudança. O segundo, implementar a nova cultura. Afinal, trata-se de uma tendência que, cedo ou tarde, chegará às empresas. Segundo aponta um estudo do Gartner Group, mais de 75% dos negócios têm governança de TI ineficiente. Sendo assim, a maioria das empresas será obrigada a rever seus modelos. Em 2008, ainda segundo o instituto de pesquisa, 80% dos serviços de TI irão apresentar alguma falha. Entre as justificativas para esse cenário está justamente a falta de integração entre TI e o restante da organização.
No contexto da Segurança da Informação, o CSO deve adquirir uma visão holística, ou seja, compreender a empresa não como partes isoladas e incomunicáveis, mas como um único conjunto que apresenta interatividade entre os setores. Essa mudança de percepção é um tanto mais complexa porque advém da própria formação acadêmica do profissional, geralmente focada na parte técnica. O desenvolvimento de novas competências, como a habilidade no trato humano, será também bastante exigido.
É importante destacar que as práticas de GRC não se resumem à área de TI. O conceito envolve, por exemplo, riscos financeiros, estratégicos e operacionais, aderência a leis aplicadas a empresas ou relativas à privacidade. Governança, gestão de riscos e compliance certamente são imprescindíveis e, trabalhando em conjunto, as chances de sucesso para a organização aumentam muito. Para isso, cabe às empresas brasileiras implantar ferramentas inteligentes, que possibilitem a convergência entre as áreas e funções envolvidas com GRC, ultrapassando as barreiras do controle puramente tecnológico e englobando os riscos ligados a fatores do negócio.

*Alberto Bastos é sócio-fundador e CTO da Módulo

terça-feira, 18 de março de 2008

Schackleton, uma lição atemporal de liderança.

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“Os grandes navegadores devem sua reputação aos temporais e às grandes tempestades” - Epicuro

Tudo aquilo que tenho pesquisado, observado e vivido me indica que o bom líder é aquele que entende, e se faz entender por os seus liderados. É preciso saber comandar, mas é fundamental saber cativar.

É fundamental que o liderado tenha fé no seu líder, seja para ter êxito e gozar de vitória gloriosa, ou para fracassar, e neste caso, padecer com honra. Citarei um relato de homens que foram capazes de superar situações desfavoráveis pela confiança no seu líder e outro onde isso não ocorreu.

Um bom exemplo é a saga do Endurace, um navio a serviço da coroa britânica na Expedição Imperial Transantártica de 1914, comandado por Ernest Schackleton, que após ficar 306 dias nas garras de banquisas de gelo foi esmagado e afundou, deixando a todos no meio de um mar congelado.

A determinação do capitão Schackleton salvou sua tripulação de 27 homens depois do desastre da perda do navio seguida do isolamento e da sobrevivência sobre o gelo.

Schackleton, apoiado por sua tripulação, venceu com 3 botes um mar revolto e o rigor do clima da região polar até chegar à isolada ilha Elephant onde deixou 22 dos seus homens (que ele voltaria depois para resgatar). Seguiu com mais 5 homens rumo à ilha da Geórgia do Sul a bordo de um dos botes do navio, o pequeno James Caird. Navegaram por mais 16 dias nas águas mais perigosas do planeta. Devido aos rigores do clima, as condições do mar e a precariedade da embarcação, essa travessia é considerada como um dos maiores feitos náuticos de todos os tempos.

Isso ainda não era o bastante! Para chegar ao lado norte de ilha, onde se encontravam as estações baleeiras e pedir socorro não só para eles mesmos, mas para os 22 homens que ficaram na ilha Elephant, era ainda preciso fazer uma longa travessia. Até aquela data, ninguém jamais havia penetrado as geleiras e montanhas do interior da Geórgia do Sul.

Para se ter uma idéia das dificuldades encontradas, nos últimos anos diversas expedições, usando os modernos equipamentos de alpinismo, tentaram seguir os passos de Shackleton e seus 2 companheiros. Não mais que 20 pessoas, incluindo aí os 3 primeiros tiveram sucesso.

Depois de um rápido descanso, Shackleton e mais 2 tripulantes partiram para alcançar as estações baleeiras do lado norte da ilha deixando 2 companheiros, que também seriam resgatados. Com apenas 17 metros de corda, uma ferramenta usada como “picolé”, botas velhas com travas feitas com parafusos tirados do bote de madeira, e roupas que mais pareciam farrapos, partiram rumo ao desconhecido. Após 36 horas caminhando sobre geleiras e montanhas chegaram à base baleeira de Stromnes.

Shackleton conseguiu retornar à Ilha Elefante e resgatar todos os seus homens com vida. Todos os tripulantes do Endurance sobreviveram. As vitimas foram os cães que tiverem que ser sacrificados e comidos para que a tripulação não concorresse com eles aos viveres disponíveis. A outra vitima foi um gato, Mrs. Chippy, que era mascote do navio.

O revés desse bom exemplo foi o naufrágio em 1820 do Essex, um baleeiro americano da ilha de Nantucket (ícone da economia americana naquela época). Esse navio foi afundado pelo surpreendente ataque de uma baleia cachalote de 26 metros.

Em conseqüência do naufrágio, seguiu-se um esforço desesperado da tripulação de 20 homens para salvar suas vidas, refugiada durante 90 dias em mar aberto em 3 botes, com pouca água e alimentos, e que chegaram a praticar o canibalismo para sobreviver. Existem relatos dessa prática ao longo da história. Escreveu um capitão que forçado a lançar mão de tal recurso: “O juízo, a consciência etc., foram obrigados a curvasse ante os argumentos mais prementes de nossos apetites sequiosos“.

Esse definitivamente não foi o maior pecado daqueles homens. Pesquisadores atribuem esse desfecho desastroso à avareza dos empresários da ilha de Nantucket, ao despreparo da tripulação escolhida com base em critérios muito questionáveis, mas principalmente à liderança parca do capitão do navio George Pollard que não fez valer suas convicções que poderiam, senão ter evitado o naufrágio, teriam minimizado muito o caos que foi o seu desfecho.

Embora as intuições do capitão fossem corretas, faltou-lhe força para impor sua vontade aos seus dois jovens oficiais. No caso do Essex, de uma tripulação de 20 homens distribuídos nos 3 botes, 11 morreram após o naufrágio. Os 5 primeiros tripulantes a morrer foram 5 negros. Desde o inicio da viagem eles recebiam um tratamento e alimentação pior que o resto da tripulação do navio. Dos sobreviventes, a maioria era de naturais de Nantucket. Os sobreviventes do Essex foram encontrados à deriva em mar aberto e não teriam chance de alcançar terra firme.

A tragédia do Essex inspirou o romance Moby Dick, de Herman Melville, que trata a luta de um homem contra seus próprios medos e como tenacidade e determinação podem se transformar em obsessão e loucura. O homem descrito acima não corresponde à figura do Capitão Pollard. Ele está mais baseado no perfil de Owen Chase, seu primeiro imediato que desejava ocupar o seu lugar, e acabou sendo capitão, e morreu demente muitos anos depois. Pollard morreu feliz na função de vigia noturno de Nantucket. Ele assumiu essa função depois de perder seu segundo navio.

As realizações de Schackleton até hoje inspiram. Ele deixou um legado difícil de ser esquecido. Ficou famoso tanto por suas expedições polares, como pela sua maneira peculiar de lidar com seus comandados. Apelidado de “Boss” por seus companheiros, Shackleton tinha como prioridade a segurança e o bem estar de seus homens, o que gerava uma fidelidade e adoração jamais alcançadas por seus pares.

De maneira intrigante, o insucesso de Schackleton para alcançar sua meta inicial, que era chegar ao continente antártico e atravessá-lo por terra, lhe deu mais notoriedade que façanhas bem sucedidas de outros exploradores da sua época. Schackleton morreu durante sua passagem na ilha Geórgia do Sul, numa nova tentativa para chegar ao pólo sul, e lá foi sepultado.

Voltando ao mundo empresarial, é conveniente que os comandados tenham fé no seu líder. Essa concepção contraria uma velha máxima, válida, ou não, para a relação capitalista de emprego que pregava que para manter um trabalhador bastavam duas coisas: “O salário e o medo de perdê-lo.” Não acredito que este princípio seja passível de aplicação em empresas modernas com base no conhecimento.

Aos meus companheiros liderados, no final todos temos que escolher um líder, digo que a todo o momento existem Endurance´s e Essex´s saindo dos portos empresariais. Existem Schackleton´s e Pollard´s recrutando suas tripulações. Temos que definir em qual navio embarcar, e qual o tipo de líder queremos seguir. Aos amigos embarcados em empresas do tipo Essex, recomendo que saiam antes que sejam devorados.

Pessoalmente, não tenho nenhuma dúvida, prefiro navegar com o “Boss”.



Rodrigo Campos .:. Diretor Presidente do Allegro Business Group. Consultor atuante no mercado de tecnologia da informação e logística há mais de 15 anos.

segunda-feira, 17 de março de 2008

REUNIÕES EFICAZES - CHECK LIST
por Liliane G. da Costa Reis

Reuniões são atividades típicas e freqüentes nas organizações. Por vezes, freqüentes demais... Gasta-se muito tempo das pessoas em reuniões que nem sempre são necessárias. Há uma tendência a acharmos que todos os assuntos e decisões dependem de reuniões. Portanto, antes de planejar a próxima, faça-se a primeira pergunta: Por que é necessário realizar esta reunião?

Estando convencido da necessidade da reunião, eis algumas outras perguntas:

1. Você sabe o que quer obter ao final de cada reunião que realiza?

2. Você convida somente as pessoas necessárias ao objetivo da reunião?

3. Os participantes também sabem o que se deseja alcançar?

4. A pauta de suas reuniões é distribuída com antecedência aos participantes?

5. Cada participante sabe de antemão que contribuição deve fazer aos itens da agenda?

6. No início da reunião a pauta é revista, fazendo-se as alterações necessárias?

7. Os temas prioritários são os primeiros da pauta?

8. É escolhida uma pessoa para conduzir a reunião?

9. Para cada item da pauta é estabelecido um limite de tempo?

10. O limite é cumprido?

11. Você esgota cada item, sem ficar pulando de um item para outro?

12. Ao final de cada item é feito um resumo da discussão e das decisões tomadas?

13. Define-se claramente o que cada pessoa deverá fazer após as decisões?

14. São estabelecidas datas de controle para as tarefas subseqüentes?

15. Todos os participantes têm chance de expressar suas opiniões?

16. Ao final da reunião é feita uma avaliação de como a mesma transcorreu?

17. Todos os participantes avaliam a reunião como produtiva?

18. Você incorpora as sugestões dos participantes para futuras reuniões?

Caso você tenha respondido "sim" a todas as perguntas, parabéns. As reuniões de sua organização são produtivas e bem planejadas. Caso tenha respondido "não" a alguma das perguntas, tente definir o que pode ser feito para melhorar este ponto.

Consulte seus colaboradores e peça-lhes sugestões.

Liliane G. da Costa Reis
QUANTO TEMPO DE VIDA VOCÊ TEM?
por Marcos Hashimoto

Norma e Jussara são irmãs, mas são muito diferentes entre si. Norma nunca se casou, não teve filhos e jamais precisou trabalhar. Ela sempre viveu com os pais e foi assim muito protegida, como a ‘coitadinha’ que não conseguiu se casar. Depois da morte deles, continuou na mesma casa, vivendo da pensão e aposentadoria de anos dedicados pelo pai ao governo. Hoje, com 72 anos, passa o dia assistindo televisão e fofocando com as vizinhas. Não desenvolveu nenhuma habilidade, nunca teve uma atividade regular e constante, nunca fez nada por ninguém, nem sequer prosseguiu os estudos depois de se formar no colégio, quase não tem amigas e nunca produziu nada de valor.

Jussara, por outro lado, fez faculdade de Pedagogia e lecionou em escolas até os 75 anos, completados no ano passado. Casou-se com 20 anos e teve 4 filhos que lhes deram 12 netos. Todos os filhos estão bem casados e levam uma vida confortável de classe média-alta. Ela já foi proprietária de uma escola, mas não deu certo, fechou-a depois de perder uma boa parte de suas economias. Está em seu terceiro casamento e desistiu de procurar o grande amor de sua vida, estando satisfeita com um companheiro fiel e amigo. Tem muitas amigas, que ocupam o seu tempo nos finais de semana. Embora já aposentada, seu tempo é preenchido com um trabalho voluntário a uma creche perto de sua casa, onde alfabetiza crianças carentes. Caminha regularmente para manter o coração e a pressão em forma, pois não quer passar por outra cirurgia de emergência como há 20 anos quando implantou uma ponte de safena.

Norma se declara feliz por sua vida tranqüila e sem sobressaltos. Ela testemunhou as muitas desventuras de sua irmã que só confirmavam que sua decisão de não se casar e não ter filhos foi certa e agradece a Deus por nunca ter tido a necessidade de trabalhar. Diante de tudo pelo que passou na vida, Jussara até admite que às vezes inveja a irmã, pelas já incontáveis vezes em que lamentou as encrencas em que se meteu e poderia ter evitado se pensasse um pouco como ela.

A pergunta que faço é: Se você tivesse que escolher, qual destas duas vidas você preferiria ter?

Se olhar um pouco para seus próprios problemas, não é difícil imaginar que gostaria de ter a vida mansa de Norma, sem atropelos, sem grandes problemas, sem estresse. Mas, se você for empreendedor, provavelmente acharia que, embora tranqüila, Norma não VIVEU de verdade. Ela passou pela vida, mas não fez nada com ela. Livre de preocupações, mas também livre de realizações.

Se você é empreendedor vai se emocionar com um mero cartão de aniversário feito pelo filho, a despeito das dificuldades para criá-lo e educá-lo. Vai se regozijar com as primeiras matrículas em sua escola, a despeito dos problemas para administrá-la. Vai se lembrar com carinho do primeiro beijo que deu, a despeito das brigas de casal. Vai perceber que o mais importante é sentir-se VIVO e que as desventuras, frustrações e decepções apenas fazem parte desta aventura que é viver.

Gosto de reproduzir uma fábula que recebi pela internet há algum tempo. Era uma vez um viajante que, perdido, foi parar num pequeno vilarejo. Entrou num cemitério para buscar informações e não encontrou ninguém. Reparou então nas inscrições nas lápides e ficou intrigado: ‘Bento Teixeira, viveu 8 anos e 4 meses’, ‘Anita Pedreira, viveu 12 anos e 9 meses’, ‘Maria Carolina, viveu 15 anos e 8 meses’. Túmulo após túmulo ele ia ficando cada vez mais angustiado! ‘Este é um cemitério de crianças!’ pensou, até cair desolado ao constatar a quantidade de vidas abortadas tão cedo. ‘Que terrível tragédia aconteceu aqui? Só uma epidemia justifica tantas mortes prematuras.’

Sentado no chão, cabisbaixo e enternecido com tudo aquilo, quase não percebeu a presença de um velho homem que se aproximou e perguntou porque ele estava tão atormentado. Diante da explicação, o velho se senta ao seu lado e o conforta. ‘Não fique assim meu jovem. Todas estas pessoas morreram bem velhinhas. Acontece que temos um hábito nesta cidade. Todos aqui, desde que nascem, ganham um caderninho em que registram momentos de suas vidas em que viveram algum tipo de emoção’. Diante da estupefação do rapaz, o velho logo complementa:

‘Recebeu uma promoção? Por quanto tempo esta euforia tomou conta de você? Registra no caderno. Soube que ficou grávida? Quantas emoções decorreram desta notícia? Anota o tempo, mesmo que sejam meses ou dias. Seu pai faleceu? Por quanto tempo conviveu com a tristeza desta perda? Escreve no caderno. Aqui nós acreditamos que nossas vidas não devem ser medidas pelo tempo cronológico, mas pelo tempo que efetivamente vivemos. Quando alguém morre, ao invés de registrar na lápide sua idade cronológica, marcamos o seu tempo verdadeiro de vida’.

E você? Quanto tempo você já poderia ter marcado no seu caderno?

Marcos Hashimoto
Doutorando em Administração pela EAESP/FGV, sócio-diretor da Lebre Consulting, Coordenador do Centro de Empreendedorismo do Ibmec-SP, Coordenador da Pós Graduação em Empreendedorismo no Uirapuru Superior, colunista no site da Revista Você S/A, foi executivo no Citibank e na Cargill Agrícola. É um dos autores do software de Plano de Negócios SP Plan da parceria Sebrae-SP/Fiesp, parceiro do Instituto Chiavenato, Instituto Empreender Endeavor e Instituto Brasileiro de Intra-Empreendedorismo. É também autor do livro 'Espírito Empreendedor nas Organizações' pela Editora Saraiva.
MANTENHA SEUS BONS FUNCIONÁRIOS NA EMPRESA
fonte E-zine Venda Mais

As empresas com as melhores chances de atrair os melhores funcionários estão pensando muito além do dinheiro. Elas estão pensando nos vínculos psicológicos que os empregados fazem com seus empregadores. E querem que seus funcionários trabalhem de maneira energética e criativa como membros dedicados de um time.

Nunca um cérebro valeu tanto como hoje. Funcionários com conhecimentos técnicos, inteligentes, cultos, dedicados e motivados nunca foram tão difíceis de serem encontrados! Se você tem funcionários assim, na empresa, sabe a dor de cabeça que seria ter de substituí-los (principalmente se eles fossem trabalhar para a concorrência).

Por isso, melhorar a qualidade de vida dos seus funcionários ainda traz um benefício extra: a diminuição do índice de rotatividade (turn over), na sua empresa.

Como o custo de mandar um funcionário embora é altíssimo, sem falar nos custos de contratar os substitutos e treiná-los, vale muito mais a pena investir um pouco nessa área e trabalhar para que esses talentos sejam motivados e mantidos.

Confira algumas idéias e dicas que você mesmo pode colocar em prática aí na sua empresa e fazer com que trabalho se torne sinônimo de prazer e realização pessoal:

* Ofereça reconhecimento.
* Melhore a interação.
* E não esqueça que simples detalhes valem muito.

Fonte: E-zine Venda Mais
www.vendamais.com.br
ESCRITÓRIO EM CASA - HOME OFFICE
Fonte SEBRAE/RJ

Muitas micro e pequenas empresas têm seu início na casa de seu criador ou de um de seus sócios. São os chamados home offices, que reduzem os custos e podem viabilizar a criação e o desenvolvimento da empresa. A expansão do home oficce tem modificado o panorama empresarial e o perfil das relações de emprego. Mas antes de optar pelo escritório doméstico, o empreendedor deve avaliar se o seu perfil é adequado para a atividade.

O Escritório em Casa ( ou Home office) é o trabalho profissional realizado em casa. É uma opção atrativa para o início de micro e pequenas empresas já que representa considerável redução de custos.

Sua expansão vem mudando o contexto empresarial e o perfil do emprego, a partir da terceirização de serviços gerada pelos novos modelos empresariais decorrentes da globalização da economia.

A tendência mundial, tida como irreversível, é de maiores oportunidades para as home offices, em especial nos seguintes setores:
- contabilidade
- cosméticos
- alimentos
- confecções
- publicidade e computação gráfica
- consultorias em geral

O número de micro e pequenas empresas que começam seus negócios em casa tem sido cada vez maior, transformando as home offices em alavancas do setor empresarial e da economia nacional.

Apesar do sucesso das home offices, é importante ressaltar que, em média, 80% das micro e pequenas empresas fracassam antes de completar 5 anos. Das que sobrevivem, 80% são franquias. O novo empreendedor deve ter em mente que o êxito dependerá de muito esforço, planejamento, definição concreta de metas, objetivos e lucros.

Identifique-se com o perfil do home office

Dedique alguns momentos para refletir e analisar alguns pontos básicos de sua personalidade. Uma auto-análise de suas habilidades e capacidades pessoais e profissionais poderá contribuir para evitar futuras decepções e verificar suas possibilidades de êxito.

Verifique se você tem as seguintes capacidades pessoais e profissionais:
- iniciativa e independência profissional
- aptidão para administrar seu próprio negócio
- organização e administração do tempo
- planejamento
- responsabilidade
- persistência, objetividade, profissionalismo, disciplina, credibilidade
- opção por um negócio onde você é bom profissional, reconhecido, ou tem aptidão
- apoio familiar, de vizinhos e de amigos
- talento e experiência para competir
- motivação para o negócio
- capacidade para separar problemas pessoais dos profissionais.

A formalização de empresa cuja sede é a casa do empresário é imprescindível
Pesquisas mostram que home offices, ou escritórios dentro das residências dos empresários, logo se transformam em micro ou pequenas empresas. A formalização dessas empresas vai significar, com o passar do tempo, segurança para os investimentos e direitos. As pesquisas mostram que home offices logo se transformam em micro ou pequenas empresas.

A crescente tendência de home offices vem motivando a criação de uma Associação Brasileira de Home Based Business. Mas isso não é suficiente. Para obter maior segurança nos seus negócios, imprescindível se torna a sua formalização. Em qualquer país, o registro de uma empresa depende de caminhos burocráticos. Esta formalização burocrática, no decorrer do tempo, vai significar segurança para seus investimentos e direitos, com deveres legais. O governo brasileiro vem estudando formas para reduzir essa burocracia, o que já ocorreu com a implantação do SIMPLES – o sistema unificado de cobrança de impostos. Entrar no mundo dos negócios é buscar conhecer todo o universo empresarial. Para formalizar e registrar sua empresa, este conhecimento é imprescindível.

Vantagens e desvantagens do home office

A montagem de um escritório doméstico oferece outras vantagens e desvantagens, que devem ser analisadas criteriosamente, dos pontos de vista familiar, profissional e empresarial. O principal atrativo do home office é a realização do sonho, acalentado por muitos, de ser o seu próprio patrão. É gratificante do ponto de vista pessoal e vantajoso economicamente, mas apresenta algumas desvantagens, que podem ser minimizadas com a realização de um bom planejamento.

Conheça, abaixo, os prós e os contras de um escritório doméstico.

Vantagens pessoais e familiares:
– proximidade da família;
– maior independência;
– redução do estresse decorrente do trânsito;
– alimentação mais saudável;
– incorporação da família à atividade;
– mais qualidade de vida.

Vantagens profissionais:
– maior liberdade profissional;
– privacidade, desde que planejada;
– redução de custos (aluguel, transporte, refeição e infra-estrutura básica);
– facilidade de obtenção de franquias que não exigem pontos comerciais;
– definição do próprio horário de trabalho;
– planejamento dos próprios rendimentos;
– rendimentos superiores aos níveis convencionais de mercado;
– auto-gerenciamento profissional.

Vantagens empresariais:
– economia com empregados e encargos sociais;
– facilidades de mudança do ramo de atividade, em caso de insucesso;
– oferecimento de produtos e serviços melhores, com custos menores;
– vantagens fiscais para as microempresas, como a dispensa do IR;
– otimização de atividades;
– atendimento ao cliente 24 horas por dia;
– reforço à terceirização e à profissionalização de serviços.

Desvantagens pessoais e familiares:
– perda da privacidade pessoal;
– possibilidade de excesso de carga de trabalho;
– indefinição de horários de trabalho e lazer, se não houver planejamento e disciplina;
– tendência ao isolamento social (para quem mora só).

Desvantagens profissionais:
– falta de atualização profissional em processos gerenciais;
– ambiente de trabalho confinado (anti-social).

Desvantagens empresariais:
– difícil sucessão, em caso de necessidade de transição;
– interferência de assuntos domésticos nos assuntos profissionais;
– preconceito no mercado formal, em caso de empresa não registrada;
– dificuldades de obtenção de créditos, em caso de empresa informal.

Fonte: SEBRAE/RJ

domingo, 9 de março de 2008

As dez prioridades do CIO para 2008


por IT Web
08/02/2008

BI, ERP e CRM continuam a encabeçar as iniciativas para atender a estratégia corporativa, segundo o Gartner



A empresa de análise de mercado Gartner entrevistou 1,5 mil CIOs (information officers ou diretores de tecnologia) e descobriu que 85% deles esperam mudanças significativas nos próximos anos para atender às expectativas de negócios e levar a área de tecnologia da informação a fazer a diferença na estratégia corporativa.

A mensagem da pesquisa é clara: os líderes de negócios esperam que a TI faça a diferença, mais do que entregue soluções genéricas, conclui Mark McDonald, vice-presidente e diretor de pesquisa do Gartner. Mas fazer a diferença envolve riscos adicionais e custos. E o consultor aconselha: os CIOs precisam tornar-se mais tolerantes com risco e inovação, e mais flexíveis para atender as constantes novas demandas de clientes e do mercado.

Neste cenário, a pesquisa do Gartner mostra que a prioridade número um das companhias é aperfeiçoar processos de negócios; os CIOs, por sua parte, voltam sua atenção para aplicações de business intelligence. O Gartner elaborou uma lista com as dez prioridades de TI para 2008, em comparação às dez prioridades de negócios. Confira.


Dez Prioridades de TI


Dez Prioridades de Negócios



Aplicações de business intelligence


Aperfeiçoamento de processos de negócios

Aplicações corporativas (ERP, CRM e outras)


Atrair e reter novos clientes



Tecnologias de servidores e armazenamento de dados


Criação de novos produtos e serviços (inovação)



Modernização do legado, atualização ou melhorias


Expansão para novos mercados ou geografias



Infra-estrutura técnica


Redução de custos



Tecnologias de segurança


Melhoria da eficácia da força de trabalho corporativa



Networking, voz e dados


Expansão do atual relacionamento com o cliente



Tecnologias de colaboração


Aumento do uso de informações e análises



Gestão de documentos


Atingir clientes e mercados com mais eficiência



Arquitetura orientada a serviços (service-oriented architecture - SOA) e respectivas aplicações


Aquisições de novas companhias e oportunidades (fusões e aquisições)




Fonte: Gartner EXP (Janeiro de 2008)

segunda-feira, 3 de março de 2008

1) Carreira – Faça de tudo para ser lembrado

O maior desafio de um vendedor é estar no primeiro lugar da lista de seus
clientes, tanto na hora boa da venda como em casos que precisem ser
resolvidos. E os que mais aparecem no topo são justamente aqueles que
são mais prestativos, que estão sempre à disposição, com vontade de
atender e servir. Para conquistar essa posição, o vendedor precisa estar
focado em soluções, tanto para sua empresa quanto para seu cliente, ou
seja, ser um prestador de serviços e consultor em vendas. Por isso,
estude:
» Conheça o mercado, a logística e venda ao consumidor.
» Procure conhecer o processo de produção e agregue valores ao produto.
» Saiba qual a margem de contribuição de seus produtos para o cliente.
» Trabalhe com visão global e foco na integração com resultados de médios
e longos prazos, construindo sua imagem, sua credibilidade e parceria.

Mello Jr. é administrador de empresas, procurador, consultor e instrutor da
GM Projetos & Assessoria.
Visite o site: www.gmtreinamentos.com.br

2) Vendas – 3 dicas para obter melhores resultados

1. Seja a sua própria rocha – O caminho certo é ter uma leitura adequada
dos desafios. Se você olhar as situações como problemas, ficará paralisado,
mas se vê-las como um desafio, irá considerá-las como uma etapa e será
estimulado a reagir de forma adequada.

2. Veja-se como um atleta corporativo – Os atletas de alta performance
também treinam no campo mental (além das simulações). Eles visualizam
como seria uma competição ideal, formulam as situações mais difíceis e
fantasiam como lidarão com ela.

3. Prepare-se para o fracasso, mas surpreenda-se com o sucesso –
Muitos profissionais não consideram a possibilidade de “dar tudo errado”.
Não se esforçam nos primeiros clientes ou nos primeiros dias do mês
porque “acreditam na virada”. Basta constatar que a maioria das
empresas bate suas metas no fim do "segundo tempo”.

Marcos Simões é psicólogo organizacional, consultor, palestrante,
escritor, autor do workshop Turbine o seu Comportamento e Faça a
Diferença, além de sócio da RHFÁCIL do Brasil.
Visite o site: www.rhfacil.net


5) PARA TERMINAR: Liderança – Stephen R. Covey

“Gerenciamento é a eficiência em subir a escada do sucesso; liderança é
verificar se a escada está apoiada na parede certa.”
MESA CHEIA DE PAPÉIS – SINÔNIMO DE BOM TRABALHADOR?

"Tal cena sugere que a pessoa está perdida no meio da papelada - acredito que hoje isso seja sinônimo de bagunça", diz Adriana Fernandes. Já se foi o tempo em que uma mesa cheia de papéis era sinônimo de um funcionário trabalhador e eficiente... Os adventos na área de Tecnologia inverteram esse papel, e hoje, quem tem muita coisa sobre a mesa pode se passar por desorganizado e, conseqüentemente, por uma pessoa que não consegue realizar o seu trabalho de maneira correta.

A jornalista Bruna Alves sabe bem o que é isso... "É importante ser organizado. Eu mesma já levei muito mais tempo para produzir tarefas por falta de organização", comenta.

"Hoje tudo é feito no computador, você tem a possibilidade de salvar arquivos, de enviá-los por e-mail e não existe mais essa necessidade de ter muito papel", diz Daniela Fernandes. Além de causar uma boa impressão, um escritório bem organizado facilita a rotina de trabalho.

Heloísa Sundfeld ainda afirma: "Sendo uma pessoa organizada, você ganha tempo e passa a prestar um serviço melhor a seus clientes". Ela também comenta que o profissional deve ter sobre sua mesa apenas objetos de uso constante - não há necessidade de ter uma mesa atolada de papéis.


DICAS DE ORGANIZAÇÃO

Confira algumas dicas da Help Personal Assistant para manter a organização no seu dia-a-dia:

1. Faça um planejamento das tarefas a serem executadas. Desse modo, a sua produtividade será mais eficiente.

2. Arrume o escritório pelo menos uma vez por semana. Assim, você evita que seus objetos não sejam encontrados.

3. Mantenha a mesa organizada. Isso pode ser feito eliminando os papéis e armazenando as informações em CDs e disquetes, por exemplo.

4. Jogue fora os documentos antigos. São papéis que não serão utilizados no futuro.

5. Organize de forma adequada a estante de livros. O ideal é serem catalogados por assunto e em ordem alfabética.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

ENTENDA AS DIFERENÇAS ENTRE A ESCOLHA DA PROFISSÃO E DA CARREIRA
Por Vitor Pascoal*

Em meu trabalho venho me deparando com algo que pode estar sendo uma das maiores dificuldades que os jovens estão enfrentando nos dias de hoje: a escolha de uma profissão e carreira. Que momento difícil! Profissão e carreira.
Temos que diferenciar entre uma e outra: profissão está relacionada àquilo que se pretende fazer: ser dono de um negócio, médico, artista, geólogo, engenheiro... Carreira se refere à trajetória a ser percorrida ao longo do exercício de
uma profissão. Carreira é um caminho para se percorrer num tempo.
Esse parece ser um dos elos perdidos: a noção do tempo justo e necessário para se percorrer um caminho. Vivemos num país onde toda a mídia ensina que ser feliz, estar realizado e estar bem só depende de se ter uma excelente aparência, ter dinheiro (de preferência trabalhando pouco) e viver só de prazer. Até aí, problema nenhum. A questão é que as pessoas devem atingir esse "estado de realização plena"o mais cedo possível, de preferência, antes dos 20 anos! Mas como conquistar tudo isso num tempo tão curto? Qual é a profissão a abraçar? Há alguma profissão que ofereça essa oportunidade? Como se pode chegar onde se pretende pelo caminho mais curto? Há uma sensação opressora de urgência, pois o valor do ser foi substituído pelo ter e aparentar, o que nos faz sentir inferiores, incompetentes. A impossibilidade de ser feliz com esses sentimentos alimenta o ciclo trazendo mais pressa, mais busca
por atalhos e mais angústia.
Considerando que as pessoas têm a expectativa de viver, pelo menos, 75 anos e que uma carreira se inicia por volta dos 25, é correto afirmar que a escolha de uma profissão pode determinar o que uma pessoa irá fazer durante 6 a 8 horas, todos os dias, por aproximadamente 40 a 50 anos.
É fundamental que as pessoas passem esse tempo de suas vidas fazendo algo que gostem. Aliás, essa é uma condição para se construir uma carreira de sucesso e de se sentir feliz e realizado. Ninguém faz bem aquilo que não gosta de fazer. Realização e sucesso em tudo que se faz (inclusive relacionamentos) dependem, entre outras coisas, do fogo, da paixão e do amor ao que se faz. E esse é outro elo perdido. Em muitos casos, as pessoas escolhem um curso universitário em função do seu menor tempo de duração ou da menor dificuldade em passar no vestibular ou, ainda, por não terem descoberto a sua vocação ou por não querer pagar o preço da conquista. Perderam o elo entre se realizar como ser e o que fazer para essa realização.
Penso que a corrente que serve de corrimão para apoiar a subida dessa escada seja formada por esses elos perdidos e, para uni-los e formar a corrente, é necessário se aliar ao tempo e à si mesmo. A chama do fogo deve se manter acesa e nos aquecer por muito tempo. Ter pressa, tomar atalhos e não prestar atenção em seus motivadores internos é desperdiçar oportunidades.

*Vitor Pascoal é diretor da Cia de Talentos, empresa de recrutamento e seleção de jovens talentos.
ALGUMAS DICAS DE BOAS MANEIRAS NO TRABALHO


“O Homem recebe duas classes de educação: uma que lhe dão os demais; outra, mais importante, que ele dá a si mesmo.”

As boas maneiras no ambiente de trabalho são baseadas na demonstração do interesse e da consideração pelas pessoas. Às vezes, a cortesia comum não é o suficiente. Há várias situações na vida que exigem o conhecimento exato do que dizer, como agir, o que vestir, o que escrever. O sucesso das pessoas se deve em parte ao fato de saberem como se comportar em quase todas as situações.
Algumas dicas básicas devem ser incorporadas ao nosso cotidiano:

• Fazer uso das palavras “mágicas” sempre que necessário: por favor; com licença; obrigado(a); desculpe.
• Cumprimentar as pessoas ao chegar e despedir-se ao sair.
• Demonstrar respeito pelas outras pessoas, sejam elas mais velhas, da mesma idade ou mais novas.
• Respeitar a privacidade dos outros: não mexer na mesa, na bolsa ou mochila dos colegas sem a autorização deles nem ler qualquer material que não lhe pertença.
• Não interromper a conversa das pessoas.
• Esperar a sua vez de falar e escutar com atenção ao que os outros têm a dizer.
• Relacionar-se da melhor maneira possível com os colegas.
• Ser pontual. Não deixar as pessoas esperando por você.
• Elogiar os colegas, sempre que cumprirem bem a sua tarefa ou fizerem um esforço para melhorar.
• Dar crédito a quem merece. Em hipótese alguma aceitar um elogio pelo trabalho de outra pessoa.
• Se estiver numa função de Supervisão, fazer as críticas necessárias e justificá-las.
• Se tiver de corrigir ou repreender alguém, fazê-lo em particular, para não constranger a pessoa na frente dos colegas.
• Evitar a discriminação de seus colegas por qualquer motivo. Não criticar ou culpar as pessoas pelas costas, sem que elas possam defender-se.
• O sorriso é fundamental para facilitar o entendimento e gerar simpatia, desde que não seja irônico e debochado.
• Evitar gritos como meio de chamar a outras pessoas.
• Devolver tudo o que for pedido emprestado, como canetas, livros, guarda-chuva, etc.
• Não cultivar o hábito de pedir dinheiro emprestado para pequenas coisas, como almoço e ônibus, pois é comum esquecermos de pagar pequenas quantias.
• Não ser inconveniente: evitar a interrupção do trabalho alheio para bater papo.
• Oferecer apoio aos colegas que precisarem. Se souber de alguém que está passando por uma crise pessoal ou um período difícil, ouvi-lo com compreensão.
• Se alguém lhe fizer uma gentileza, responder com uma nota de agradecimento.
• Procurar não falar demais sobre seus conhecimentos e suas qualidades. Não usar seu sucesso pessoal com uma forma de humilhar os companheiros ou criar antipatia.

Nem sempre é fácil controlar emoções em situações de trabalho, mas vale a pena tentar. Analisando os nossos defeitos e as exigências do nosso trabalho, podemos descobrir onde estão as nossas falhas e corrigi-las.
EM BUSCA DO MODELO PERFEITO: VIAJARAM E ESQUECERAM O CLIENTE
Daniel Alves R. Guimarães

Em busca de governança, os setores de Tecnologia da Informação terminam muitas vezes esquecendo do cliente. A constante procura de novas soluções em nível de gestão e metodologia terminou por embaçar o foco das organizações, que deveria ser sempre o cliente, independente de ser uma empresa do setor público ou privado.

Muitos modelos de gestão determinam seu foco de atuação na visão interna dos processos de produção, esperando que assim venha surtir algum efeito para o cliente. Ora, se estamos organizando a estrutura de produção é para que os serviços sejam prestados com mais qualidade para o cliente, logo o cliente ficará satisfeito. Certo? Errado!

Na prática, para uma metodologia ser implantada por completo em uma organização, é preciso em média de cinco a dez anos e, neste ínterim, o cliente fica sendo sacrificado com os constantes e normais erros gerados pela implantação.

Na verdade, o que é preciso entender é que a teoria é uma coisa bem diferente da prática nestes casos e o que pode ser considerado de rápida implantação são apenas as ferramentas das metodologias, ou seja, os pacotes de software que interessam a grande parte dos vendedores.

Eles se apresentam, prometem soluções milagrosas para os gestores, instalam as ferramentas e pronto: a empresa gasta e fica geralmente sub-utilizando as ferramentas por ainda não ter a maturidade metodológica, para qual a ferramenta foi desenvolvida.

Neste contexto, em que uma metodologia de gestão leva em média de cinco a dez anos para ser implantada por completo, resta a dramática pergunta: e se depois deste tempo de investimento descobrirmos que a metodologia adotada e as ferramentas compradas não se adaptaram à organização e que surgiu uma nova metodologia que parece se adaptar melhor?

Isso é absolutamente possível acontecer, porque na maioria das empresas não existe um controle d e implantação das metodologias, ou seja, não existe um modelo para analisar modelos de gestão. O que existe é o imediato algoritmo passo a passo de implantação, proposto pela própria metodologia.

A decisão sobre a metodologia a ser adotada é subsidiada principalmente pela experiência do gestor ou por Benchmarking. Contudo, essa realidade não atende por completo à análise que realmente deveria ser feita: a análise sob o foco do cliente, afinal, toda metodologia visa aprimorar o atendimento ao cliente, segundo pesquisa realizada pela a Escola de Administração do Massachusetts Institute of Technology (MIT Sloan). Na pesquisa, constatou-se que as companhias de melhor desempenho na governança de TI alcançaram lucros no mínimo 20% maiores que as demais, fato este que se tem principalmente pela qualidade de atendimento ao cliente.

O cliente deve ser o maior subsídio de decisão na hora da escolha da metodologia a ser implantada. Devem ser analisadas as reais necessidades do cliente para que se possa definir qual metodologia buscar. No entanto, após esta decisão, seja qual for a metodologia escolhida, o cliente não poderá ficar sob a tirania das técnicas propostas por ela. Apesar da maioria das metodologias serem politicamente corretas em afirmar que não são prescritivas, no final elas são realmente clássicas receitas para suposta cura de patologias processuais.

Enfim, é necessário que as áreas de Tecnologia da Informação amadureçam o único processo que será imutável enquanto existir a humanidade: o bom atendimento ao cliente. É ele - o cliente - que manterá e aumentará os lucros de uma empresa e também que garantirá a existência do setor no caso de órgão público.
VIVA TODO O SEU POTENCIAL
(Autor desconhecido)

A considerar:

Não critique, não condene, não se queixe.
Pense a repeito disto ...
Críticas impiedosas não ajudam ninguém.
Julgar os outros nos leva a sermos julgados também.
Queixar-se, faz com que 80% das pessoas
siquer pensem a respeito depois que você partiu
e os outros 20% ficam muito contentes...

Se você morresse hoje, quem sentiria sua falta?
Faria alguma diferença para o mundo?

Viva como se tivesse sómente 6 meses de vida,
incluindo responsabilidade e amor,
ou por acaso conheces a data e a hora que vais "partir"?
Qual a diferença?
Sempre pensamos que temos todo o tempo do mundo...
ELE parece ter outros planos...

Problemas? Ah, que bom!
Que bom que tem problemas...
Visite o cemitério mais próximo
e veja quem são os únicos que não mais tem problemas...

Mas eu estou triste...
mas eu estou gorda...
mas eu estou só...
mas eu...
Ok, ok... Bem... FAÇA ALGO A RESPEITO DISTO!
Mova-se! Emagreça! Alegre-se! Lute!
A vida é uma aventura ousada ou nada!

Procure ajuda. Não tenha vergonha.
Nunca estamos sós, realmente.
Extenda as mãos e veja quantos braços aparecem...
O problema não é cair na água... o ruim é permanecer lá!

Leia. Pegue algum livro de auto-conhecimento e leia.
Mas leia, por favor...
E faça um obséquio para você mesmo:
APAGUE ESTA TV!

Afaste-se dos urubus e derrotistas.
Eles infectam ainda mais sua auto-estima.
Negue-se a ouvir fofocas e calúnias.
Diga, sinceramente, que gostaria de trocar de assunto.
Ou então troque de compania...
Você realmente tem um problema,
sómente quando o dinheiro não resolve...
Pense nisto...
Se está acessando estas páginas de um PC,
você faz parte de uma camada previliejada de pessoas,
portanto aproveite o que tem...
Posso lhe garantir que tem muita gente que daria muito,
mas muito mesmo para estar em seu lugar...

Não dê em absoluto importância as críticas que lhe fazem.
Toda a crítica ferina, contém um elogio disfarçado.
Em outra palavras:
" Ninguém chuta um cachorro morto... "

Viva sempre todo o seu potencial.
Nunca sabemos quando é chegada a hora.

VIVA SEMPRE TODO O SEU POTENCIAL!

Você é único no mundo!
Tem talentos e missões que só você pode desenvolver!
UMA VISÃO DE PLANEJAMENTO
(Autor desconhecido)

Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar o seu trabalho nas caçadas.
Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitada sua ação.
Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana convidando dois outros amigos caçadores para irem à Africa.
Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato o caçador pôs-se a tocar a flauta, e, milagrosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.
Horas depois, um sobressalto.
A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se: de agressivo ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros.
E foi assim, flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.
Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava, e, enquanto tocava, o caçador foi devorado.
Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:
- Eu sabia que eles iriam se dar mal quando encontrassem o surdinho...
Moral da história:

"Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo; um dia pode não dar..."
"Tenha sempre seus planos de contingência; prepare alternativas para as situações imprevistas."
"Preveja tudo o que pode dar errado e prepare-se."
"Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir."
Você é "Hands On"?
(Autor desconhecido)

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais. E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem "hands on".
Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico. Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais... A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.
E muitos, de fato, saltam. E se empolgam.
E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...
Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.
E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, gerente da contabilidade:
-Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
-In a hurry!
- Saúde.
- Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
- Não, não. Cópias normais mesmo.
- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
- Fabiana, desse jeito não vai dar!
- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
- Como assim?
- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
- Olha, neste momento, eu só preciso das três có...
- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
- Futuro? Que futuro?
- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
- Sei. Mas o senhor é hands on?
- Hã?
- Hands on. Mão na massa.
- Claro que sou!
- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel.
Pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas!
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van.
E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo pós-graduação.
Só que não sabia nem abrir o capô.
Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero.
Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz: o que é capaz de resolver, mas não de impressionar!!!!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Que onda é essa?
Zilta MarinhoData - 12 Fev 2008
Fonte - Modulo News www.modulo.com.br
Uma nova onda está chegando à praia corporativa, o GRC - Governança, Risco e Conformidade.
Se procurarmos um sinônimo para Governança, vamos encontrar no Aurélio, Governo, que por sua vez significa direção, leme, orientação, domínio, controle. Governar seria conduzir.
Segundo Rui Barbosa1, os chefes não devem fugir ao contato com os cidadãos; as finanças são um espelho dos governos. Ele acredita que a base de sua legitimidade deve estar na cultura da inteligência e que cada autoridade, no exercício de suas funções, é o interprete natural da lei que a rege, pois há freios ao uso excessivo e caprichoso do poder. O bom governo é temperado e fiscalizado pela discussão.
Bodin2 acrescenta a importância do ordenamento, da limitação dos poderes que esse ordenamento garante, na necessidade de uma constituição, uma lei interna. Com relação às empresas, cabe aqui lembrar a importância dos Códigos de Ética. Para ele, a liberdade e o conforto dos cidadãos dependem da participação que o governante lhes oferece na formação da vontade e da presteza, com a qual é capaz de modificar e de retificar suas orientações e suas técnicas administrativas. Assim como Rui Barbosa, ele também destaca a colaboração.
Aplicando ao universo corporativo estamos falando de conduzir os negócios de forma inteligente, considerando os funcionários, o bom senso e o equilíbrio, as leis e as finanças em um ambiente de liderança, participação e colaboração.
Entretanto, é importante considerar a possibilidade de perigo, de perda ou de responsabilidade sobre danos. Em geral, Risco é entendido sob o aspecto negativo da possibilidade, o poder não ser. Aristóteles considerava o Risco como "aproximar-se daquilo que é terrível". Para Platão, o Risco era inerente à aceitação de certas hipóteses ou crenças e o considerava "belo". No existencialismo, o Risco é inerente à escolha que o eu faz de si mesmo e toda decisão existencial. A aceitação do Risco implícito nessa escolha é um dos pontos fundamentais do existencialismo contemporâneo: "a pretensão implícita na decisão está baseada em uma determinação efetiva, isto é, na possibilidade de que as coisas se passem de maneira diferente daquilo que eu decido; mas está baseada, também, na assunção, de minha parte, que decido, desse Risco e na consideração de todas as possíveis garantias que eu posso conseguir".3
O risco pode ser encarado como ameaça ou oportunidade. Cabem, então, aos gestores as escolhas responsáveis considerando aquilo e aqueles que se conduz.
Mas as escolhas não podem ser feitas a partir das vontades dos que lideram. Daí o último termo, conformidade. Conformidade significa qualidade do que é conforme, que tem a mesma forma, nos devidos termos. Para Bobbio4, por conformidade se entende, em geral, toda a forma de adequação de um agente à influência de um outro, isto é, qualquer tipo de conduta conforme uma diretiva explícita ou implícita de outras. Aqui estamos falando de resoluções, políticas, leis, normas. De uma regra ou critério de juízo. Pode ser, também, um caso concreto se utilizado como critério de juízo dos outros casos, ou das coisas às quais o exemplo ou modelo se referem. Norma, por exemplo, "é um conceito que se formou através da distinção e da contraposição entre o domínio empírico do fato e o domínio racional de dever ser, isto é, da necessidade ideal. Pode-se, portanto, conceituar norma como procedimento que garante o desenvolvimento eficaz de uma determinada atividade".5
Pode-se concluir então que GRC implica na condução dos processos de negócios, pessoas, tecnologias e ambientes a partir de escolhas responsáveis de acordo com as referências legais e normativas em vigor. Sob um ponto de vista mais poético, diríamos que GRC é a arte de conduzir as necessidades coletivas de acordo com escolhas socialmente aceitas e acordadas por meio da colaboração, do respeito e da ética.
Esteja preparado, pois essa nova onda vai invadir a sua praia.1 In Dicionário de Conceitos e Pensamentos de Rui Barbosa - Ribeiro, Luiz Rezende Andrade. 2 Jean Bodin (1530-1596) jurista francês, membro do Parlamento de Paris e professor de Direito em Toulouse. É considerado por muitos o pai da Ciência Política. 3 Abbagnano, N. , in Dicionário de Filosofia 4 In Dicionário de Política - Bobbio, Norberto e outros. 5 In Dicionário de Filosofia - Abbagnano, N.
Zilta Marinho - jan/2008